Olá, peregrinos! Como vocês estão?
Em breve as aulas na universidade em que eu estudo se iniciarão, de forma remota, então falarei um pouco sobre isso hoje. A princípio, minhas aulas retornariam no início de abril, presencialmente. Como todos sabem, porém, a situação mundial quanto ao coronavírus alterou muitas coisas, e o calendário letivo da minha universidade foi uma delas. Este ficou suspenso por algum tempo, e recentemente decidiu-se pelo retorno das aulas, remotamente, para agosto.
Estou animada, pois não vejo a hora de me formar, embora ainda faltem mais dois anos (além deste que se iniciará em agosto). Além disso, gosto muito de estudar e estar ocupada, ter o que fazer, então será proveitoso neste sentido também. O foco deste post, porém, não é este. Gostaria de expor aqui as minhas expectativas para este ano letivo, para o ensino remoto, e tudo o mais. Mais para frente pretendo voltar com outro post, comparando a realidade com as minhas expectativas colocadas aqui. Veremos se sou realista, pessimista ou otimista demais😅. Acho que, no mínimo, será uma brincadeira divertida.
A primeira coisa que imagino é que, no meu curso, de direito, não haverá muita diferença entre as aulas presenciais e as remotas. Penso que a maior delas será o acesso à biblioteca da universidade, que acaba sendo mais fácil quando já estamos lá, e as aulas práticas - que, na realidade, não sei como funcionam, pois nos anos anteriores não havia nenhuma matéria prática na minha grade curricular. O restante, porém, me parece bem adaptável, pois no curso de direito não precisamos de laboratórios nem nada assim. Ao mesmo tempo em que é um curso que envolve algumas discussões em grupo, o que pode ser realizado pelas plataformas de comunicação à distância, é, a meu ver, muito “individual”, pois cada um pode estudar por conta própria e se aprofundar com mais ênfase naquilo que mais lhe chama a atenção.
Imagino, também, que a modalidade remota de aulas venha a facilitar a organização do tempo, pois não o gastamos no trajeto até a universidade. Por menor que seja o tempo despendido nisso, é inegável que assistir as aulas de casa facilita muito neste sentido. Por outro lado, algo de que sentirei falta será o convívio diário com meus colegas de classe e meu namorado. Podemos conversar online, pelo WhatsApp, por exemplo, mas sinto que conversar ao vivo é melhor, não apenas pela entonação que damos às nossas falas - que se perdem muito na escrita, mas também por realmente estar face a face com a pessoa, ver um ser humano na sua frente, e tratá-lo como tal. Acho que a caridade se exerce com mais facilidade e força quando tratamos com os outros ao vivo.
Acho, também, que, pela questão do tempo que mencionei, teremos mais tempo para nos aprofundar em estudos ou outros projetos, sendo eles vinculados à universidade ou não. Nisso tudo envolve-se uma grande necessidade de organização; pode-se acabar por relaxar, estando em casa. Portanto, acho que serão necessários ponderação e autocontrole, a fim de tirar melhor proveito desta situação sobre a qual não temos controle (se não posso controlar a situação, devo buscar controlar ao menos o que eu farei diante dela, afinal “eu sou eu e minhas circunstâncias”).
Quanto ao retorno das aulas presenciais, poderia dar um “chute" sobre a data, mas na realidade não tenho a menor ideia, de modo que, como quer que seja, será bom. Até lá, verei como será essa realidade das aulas remotas, com a qual não sou 100% acostumada, mas tenho alguma experiência, então acho que será tranquilo. Caso se interessem, posso voltar a falar mais sobre o tema em outros posts, seja transmitindo experiências, seja passando alguma dica que eu adquira.
Inicia-se, assim, mais um passo desta jornada da vida aqui na terra. Não tenho roteiro, mas tenho bússola e um mapa. Com a graça de Deus, seguirei caminhando neste curso por onde Ele me guiar.
Fique por dentro dos próximos posts e me siga no Instagram (@marinapacheco.m) para ver a sequência desta jornada!
Que Deus te abençoe e guie sempre.
Até a próxima,
Marina
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